Eu, a noiva do meu pai, minha noiva e meu pai

CAPÍTULO 1


Com 25 anos finalmente minha vida estava perfeita. Em um período de meses eu entreguei meu TCC e consegui meu primeiro emprego efetivo em um grande banco. E, essas nem eram as melhores coisas que tinham acontecido comigo. Minha namorada havia dito sim. Um passo de cada vez, eu estava conquistando todas as coisas que eu queria na vida.

Tinha ainda algumas coisas na minha lista de desejos, mas uma delas se resolveria depois do casamento. Como eu havia conhecido Milena no culto, a gente decidiu fazer as coisas do “modo certo”. Embora eu não fosse mais virgem, Milena, que era seis anos mais nova que eu, dizia que tinha o sonho de perder a pureza dela só depois que a gente casasse.

Tinha bastante desejo acumulado dos dois lados, e a gente chegou a fazer algumas brincadeirinhas durante o namoro e noivado, até porque ninguém é de ferro. Acho que a única forma de ficar 100% puro com Milena seria se eu fosse gay, já que modéstia a parte, minha noiva era uma baita mulher. Apesar de ser baixinha e magra, sem ter tanto peito e bunda, o rosto dela era maravilhoso. A família dela é do Sul, e por isso, ela tinha uma forte descendência de alemães. Com o casamento se aproximando eu sonhava todos dias em como seria acordar todo dia ao lado da minha loirinha de olhos azuis.

Era tão boa essa sensação de que as coisas estavam dando certo, já que a vida tinha sido bem complicada para mim no passado. Eu quase não aproveitei minha adolescência, que foi marcada pela difícil separação dos meus pais. Basicamente, meu pai cansou da sua família, e decidiu cair na gandaia, sem nem ao menos ter a prudência de terminar o casamento com minha mãe antes. 

Depois de diversas traições dele, minha vida se tornou o caos completo. Eu tive que dar um jeito em tudo, já que minha mãe se afundou na depressão, e meu pai não tinha menor interesse no que acontecia na nossa casa.

Mas, aquelas eram águas passadas que com muita luta eu consegui deixar para trás. Ou pelo menos seriam, se Pedro, o meu pai, não estivesse tentando retomar o contato depois de anos. Ele aparecerá na minha vida, mais velho, careca e gordo do que eu me lembrava, porém com uma proposta muito tentadora. Pagar o meu casamento e tentar recuperar o tempo perdido.

Talvez esse gesto vinha do coração, mas eu me sentia chantageado. Meu pai pedia para  voltar na minha vida, e em troca eu não teria que começar meu casamento com uma dívida gigantesca. Milena e eu debatemos bastante esse tópico, e ela acreditava que eu deveria aceitar o pedido de desculpas do meu pai, lembrando a importância da família, enquanto eu, achava que não seria prudente mexer naquela ferida que a anos se cicatrizará. 

Não era justo com minha mãe falar com ele, depois de tanta destruição que meu pai causou na vida dela, deixando-a completamente sem rumo ou chão. Além do que, mesmo antes da separação, ele não era exatamente a minha pessoa favorita. A gente tinha uma relação um pouco fria e distante, ele sempre mais focado no trabalho (ou nas vagabundas deles), e só aparecia na minha vida na hora de me disciplinar, o que ele fazia com uma certo ímpeto e rigidez.

Eu estava dividido, mas depois de muito considerar aceitei jantar na casa dele. Sei lá, seria fácil acreditar que meu pai era um monstro e que eu nunca mais deveria falar com ele. Mas, talvez, ele fosse mais um produto do seu tempo. Um homem machista que não conseguia se conectar consigo mesmo e a própria família, pela forma e sociedade que ele o criou. Conhecer melhor o Pedro era a minha forma de aprender mais sobre eu mesmo, evitando repetir os erros dele, e me tornando um marido e um pai melhor do que ele foi.

O jantar na casa dele foi cheio de surpresas. O primeiro era o próprio tamanho da casa. Eu achava que era um gesto grandioso pagar meu casamento, mas depois de ver a mansão em que meu pai morava deu para perceber que eu estava enganado. Eu não ficaria espantado se ele tivesse um cofre gigante cheio de moedas de ouro onde ele nadasse igual o tio Patinhas, eu não sabia como, mas meu pai tinha tanto dinheiro que meu casamento não afetaria em nada as finanças dele.

A segunda surpresa foi quando a gente tocou a campainha, e a mulher mais gostosa que eu já vi na minha vida nos recebeu. Kátia, que mais tarde descobri ser a namorada do meu pai, era uma morena deslumbrante, com longos cabelos pretos lisos que desciam até a cintura. Seu corpo era absolutamente esculpido, com curvas acentuadas e músculos tonificados, destacando-se pelo peitão de silicone e uma bunda que, eu tinha quase certeza, havia passado por alguma espécie de plástica.

Enquanto seguíamos Kátia pela casa, Milena me deu uma cotovelada discreta. Eu estava distraído pensando que meu pai, aos cinquenta anos, estava namorando uma funkeira que deveria ser mais nova do que eu. Só que, enquanto eu estava absorto em pensamentos, eu encarava a bunda de Kátia que quase explodia na sua calça legging.

Meu pai me recebeu nós dois com um abraço e nos sentamos para jantar. Eu me sentia num restaurante cinco estrelas, com a empregada do meu pai servindo diversos pratos, um mais delicioso que o outro. Pedro liderava a conversa da mesa tentando conhecer mais profundamente a minha noiva. Perguntou como a gente se conheceu, o que ela tinha feito na faculdade e quais eram os hobbies dela. 

Eu me sentia um pouco estranho, uma espécie de ciúmes da minha noiva estar recebendo tanta atenção do meu pai, e eu depois de anos sem ver aquele velho, continuava a ser um fantasma para ele. Mas, confesso que não dei tanta importância para esse sentimento naquela hora, pois estava lutando contra a vontade de encarar a tatuagem no peito de Kátia. Várias vezes, Milena havia notado meu desejo e lançado olhares furiosos na minha direção. 

Quando terminamos a sobremesa, meu pai tilintou o garfo contra o copo para chamar a atenção e se levantou de sua cadeira. “Um brinde ao noivado desses dois maravilhosos jovens, saibam que sempre podem contar comigo para qualquer coisa. E eu quero dizer que também tenho um anúncio importante para fazer hoje.” 

Pedro então se ajoelhou ao lado de sua namorada e disse: “Kátia, você me daria a honra de casar comigo?”

CAPÍTULO 2


Quando Kátia aceitou, meu pai até chegou a propor para nós fazermos um casamento duplo, mas eu vetei a já que minha mãe não deveria ser obrigada a testemunhar o casamento do ex-marido com uma rapariga da idade do filho dele. Mas mesmo assim, o jantar terminou sendo um sucesso, com Milena saindo de lá dizendo que havia adorado meu pai e a noiva dele.

Passado um tempo, Pedro ligou para convidar eu e Milena para irmos na casa de praia dele. Eu ia recusar, mas minha noiva roubou o celular da minha mão, e confirmou nossa presença. 

“André pensa o seguinte, se a casa do seu pai era aquela mansão, com a comida deliciosa preparada pelos empregados, imagina como deve ser a casa de praia dele”, ela me disse depois de terminar a conversa com meu pai. 

De graça até injeção na testa era o lema de Milena. Eu ri da lógica dela, mas ela tinha razão, não tinha porque não aproveitar os luxos que reconectar com meu pai trariam. Além disso, eu respeitava bastante a opinião da minha noiva. Talvez os traumas da minha infância me tornaram muito duro com o homem que antes tarde do que nunca estava se esforçando para se reconectar com a família.

E, luxo era um eufemismo para aquela casa. Uma enorme mansão de frente para o mar, com amplas janelas que deixavam a luz do sol inundar cada cômodo. “Meu Deus, ele tem até um toalheiro térmico!” Milena sorria de orelha a orelha descobrindo cada detalhe da vida ostentação que nos aguardava.

Eu estava mais excitado com outra coisa. Na piscina com um biquini preto fio dental que era quase imperceptível aos olhos humanos, Kátia tomava sol de costas tentando ficar sem nenhuma marca nas costas. Era até cruel saber que meu pai estava comendo a dona daquele rabo maravilhoso, e eu ainda tinha que aguardar alguns meses para finalmente ter a minha primeira vez com minha noiva.

“Deco, se pode passar bronzeador nas minhas costas?”, Kátia disse com uma voz doce, que eu nem tive coragem de contar para ela que eu odiava ser chamado daquele jeito. 

Sim, eu podia, mas eu não deveria. Dividido entre as responsabilidades com a minha noiva, e o desejo de tatear aquele corpo, eu acabei optando pelo segundo. Enchi minha mão de protetor, e deslizei pelas costas da noiva do meu pai.

“Aí que gostoso Deco.”, Kátia disse gemendo. Eu nem tinha reparado, mas além de passar o protetor, eu estava apalpando as costas dela, massageando aquela deusa.

“Prontinho, terminei”, eu disse. Infelizmente já havia me certificado de passar uma dose reforçada de protetor em cada centímetro das costas tatuadas daquela musa, e se eu continuasse, provavelmente revelaria os desejos que eu preferia manter em segredo.

“Decoooo… se passa nas minhas pernas também? Não quero levantar.” 

Era um pedido justo, tirando o fato que provavelmente eu gozaria no meu shorts se eu continuasse a tocar nela. Antes que eu fosse capaz de tomar uma decisão racional, meu pau escolheu por mim, e novamente enchendo minha mão de protetor, agora eu conseguia agarrar as coxas daquela mulher.

Milena chegou no auge da brincadeira, enquanto eu passava protetor no meio das coxas do meu pai, com as mãos muito próximas do biquíni dela. Minha noiva não parecia nada feliz, mas a sua única reação foi me olhar torto.

“Pronto, Kátia,” eu disse, tentando manter minha voz firme. “Acho que você está bem protegida agora.”

“Brigado Deco. Seu namorado tem mãos mágicas.” Kátia disse para minha noiva, piorando muito a minha situação.

“Namorado não, Noivo… E sim, ele sempre me faz massagem.”

“Nossa amiga, como vocês aguentam esperar até o casamento? Eu não conseguiria viver sem… às vezes eu acordo com a Pedroca no meio da madrugada com a minha boquinha no brinquedo dele.”

“Ah é mais fácil do que você imagina”, Milena disse olhando para mim, tirando um sarro da minha cara. Talvez para a minha noiva fosse, mas a minha situação era caótica.

Ouvir Kátia contar detalhes de sua vida sexual com meu pai era um tanto perturbador, mas infelizmente estava me deixando com uma ereção que eu não queria que fosse notada pela minha noiva, por isso deixei as duas conversando e fui para a piscina.

O resto do final de semana foi tranquilo, embora eu enfrentasse em diversas situações diferentes o mesmo problema de esconder de Milena a atração que sentia pela Kátia. 

A gente fez de tudo, churrasco, entrou no mar, jogou frescobol bebeu e fez pizza no forno a lenha de noite. Aquela casa parecia o paraíso. Eu sentia até tristeza ao partir.
 
Quando eu já estava colocando as malas no carro, quando passei na porta do quarto do meu pai, ouvi um barulho ritmado. Ploc, ploc, ploc. Era cama que batia contra parede. Eu sabia que não devia espiar, mas eu tinha ficado delirando o final de semana inteiro vendo Kátia de biquíni, o tesão falou mais alto que a moral. Dando uma de Romeu, eu saí da casa, escalei a parede até o segundo andar e do lado de fora olhei pela janela tentando ver a ação que acontecia no quarto.

CAPÍTULO 3


Eu olhei através da janela do quarto por um tempo, tentando entender o que acontecia na escuridão. Dava para identificar uma mulher de quatro na cama, e um homem metendo por trás dela. Depois de um tempo encarando, ficava óbvio para mim que a figura masculina era o meu pai. Porém, por mais que eu tentasse encaixar Kátia naquela cena, tinha elementos que não batia. A mulher era menor e menos musculosa que a noiva do meu pai, tinha algo que não fazia sentido.

"Fala para mim, sua vagabunda, você vai deixar o seu sogrinho te comer sempre que tiver vontade?"

Aquela frase acertou em cheio o meu estômago, e eu quase me desequilibrei e caí do segundo andar. Milena não respondeu às vulgaridades proferidas pelo meu pai, mas isso não significava que ela não concordava, já que continuava na cama sendo fodida por ele. Eu cheguei bem a tempo de assistir meu próprio pai segurar as ancas da minha noiva e despejar seu sêmen dentro do sexo dela. 

Eu desci correndo e entrei na casa, sem saber ao certo que faria quando chegasse no quarto em que os dois estavam. Mas até eu completar todo o percurso, eles já estavam vestidos, em cômodos diferentes e tinham se livrado de todas as provas do crime.

Eu não tinha a menor ideia do que fazer. Minha noiva, que sempre insistiu que queria casar virgem, por algum motivo que eu não sabia qual era, estava de quatro levando pirocada do meu próprio pai. Eu não conseguia nem processar aquela informação direito. Tinha tantos desejos conflitantes naquela hora, que eu congelei, sem saber o que fazer. Eu só terminei de colocar as coisas no carro e levei minha noiva de volta para nossa cidade, com ela dormindo no carro, provavelmente exausta de toda safadeza que ela fez pelas minhas costas.

Eu estacionei o carro na frente da casa da Milena e ela teve a audácia de perguntar: “Você não vai me ajudar levar as coisas para dentro?”. Eu tinha conseguido dirigir até lá, mas meu corpo não se movia para sair do carro, eu sentia meus punhos cerrando e tive que segurar a minha vontade de cometer uma atrocidade ali no meio da rua. Com os olhos cheios de lágrimas, eu só consegui dizer uma coisa: “Por quê?”

Milena desmoronou na hora, sabendo exatamente do que eu estava falando. “Eu não queria”, ela repetia. Confesso que fiquei mais confuso do que furioso com aquela frase. Seria possível que de alguma forma meu pai a obrigou? Minha noiva implorou para que eu entrasse na casa dela para gente ter mais privacidade para conversar. Eu sentei na sala e exigi que ela me contasse a história com todos os detalhes. E assim ela fez.

Tudo que vou relatar aqui é a versão dela dos fatos. Não sei se isso tem algum valor, já que ela mostrou para mim que não é uma pessoa que pode ser confiada. Mas, segundo ela, tudo começou quando a gente estava na piscina, pouco tempo depois que passei protetor em Kátia. Estávamos eu, minha noiva e meu pai na jacuzzi, enquanto a minha futura madrasta continuava na espreguiçadeira se bronzeando. 

“Como que era o André na infância, seu Pedro?”, Milena perguntou tentando puxar um assunto.

“Uma desgraça. Ele não gostava de futebol, carros e nem super-heróis. Até me surpreende que agora ele tenha uma noi-VA”, meu pai respondeu exagerando a última sílaba. “Eu tive que esconder as bonecas da irmã, já que era o único brinquedo que ele queria.” 

Os dois riam do “divertido” causo que o meu pai contava, embora que para mim não tinha nada de feliz naquela história. Eu tive um grande sentimento de culpa na época da separação dos meus pais, acreditando que o casamento deles não havia dado certo porque eu não era um filho adequado. Para evitar demonstrar minha irritação, eu saí da jacuzzi e fui preparar uma caipirinha para o grupo.

E aparentemente, enquanto sua mulher e seu filho estavam poucos metros de distância, meu pai achou que era a hora propícia de fazer uma investida na minha noiva. Pedro continuou contar histórias, fazendo Milena rir descontroladamente, e com cada risada, ele ia sistematicamente diminuindo o espaço que existia entre os dois. Até o momento que o espaço entre eles era tão pequeno que por baixo d'água, a mão dele tocou suavemente a coxa de Milena, fazendo-a recuar, acreditando que o toque havia sido acidental. 

Mas, o segundo toque não deixou nenhuma dúvida. Meu pai repousou sua mão pesada sobre a virilha de Milena, com a ponta do dedo quase tocando a parte de baixo do biquíni dela. Minha noiva disse que não sabia o que fazer, tinha medo que uma recusa fosse ofendê-lo e até mesmo causar confusão, até porque, colocar a mão em sua perna podia ser o jeito carinhoso do meu pai de dar boas-vindas para ela na família.

Bom, se ele queria dar boas-vindas a elas, o próximo passo foi um pouco extremo demais. Enquanto eu cortava limões, a mão do meu pai deslizava para dentro do biquíni rosa da minha noiva. Milena teve vontade de gritar quando finalmente compreendeu com clareza o que iria acontecer, mas se segurou porque não queria que ela fosse a responsável por uma tragédia na nossa família. Freneticamente, Milena buscou uma saída, tentando chamar a minha atenção ou de Kátia para ver se isso constrangeria Pedro e o faria parar. Mas, quando o dedo do meu pai aproximou do seu clitóris, ela disse que as coisas ficaram confusas demais. 

O toque ritmado e a sensação de perigo tornavam o momento irresistível, e sem controle sobre seu corpo, ela correspondia a loucura do meu pai, segurando o pulso dele e mexendo seu quadril de leve, acompanhando os movimentos dele. Ela só queria que aquilo acabasse logo para eu nunca descobrir sobre a abominação que acontecia a poucos metros de mim. 

“Você é uma putinha, como eu imaginei”, meu pai sussurrou no ouvido dela. Milena queria dar um tapa em Pedro. Quem ele achava era para falar com ela daquele jeito? Mas, ao invés disso, ela só segurou mais forte o pulso dele, enquanto o corpo dela convulsionava, e minha noiva fazia o máximo de esforço para conter a sua vontade de gemer e gritar graças ao gozo que tomava conta do seu corpo.

Foi por pouco. Ela mal teve tempo para se reorganizar, já que logo estava eu servindo copos de caipirinha para os dois, brindando ao nosso maravilhoso final de semana na praia. Milena ficou chocada com a cara de pau do meu pai que disse: “Se quiser fazer mais uma caipirinha, eu aceito. Pode deixar que eu cuido bem da sua esposa, a nossa conversa estava maravilhosa.”

CAPÍTULO 4


Ser atacada assim no final de semana não era algo para qual minha noiva estava preparada e possuía um claro plano de ação de como reagir. Todo aquele acontecimento era bizarro demais. E talvez, a melhor solução para os problemas dela teria sido me avisar na piscina mesmo o que havia acontecido. 

Mas, existia a dúvida de como eu reagiria. Minha noiva não queria provocar uma cena de sangue entre pai e filho. Além disso, ela tinha deixado meu pai ficar muito tempo naquela brincadeira, e até mesmo gozado com o toque dele. Isso significava que agora era cúmplice daquela traição? Eu poderia muito bem achar que tudo aquilo havia sido culpa dela.

E a culpa era dela? Ela mesmo não tinha certeza. Meu pai não era exatamente um jovem bonitão, mas tinha algo nele, que minha noiva não conseguia entender exatamente o que era, e ainda assim a fascinava. Em parte, existiam similaridades entre pai e filho, era quase como ver no futuro e descobrir como seu noivo ficaria. 

Mas, tinha algo mais, algo em Pedro que ela não via em mim. Meu pai tinha um excesso de confiança, que alguns chamariam até mesmo de arrogância. Tudo que ele falava parecia ser a coisa mais importante do mundo, e até como ele a atacou, mostrava um homem extremamente seguro de si. Era como se ele soubesse que ela permitiria antes mesmo dela saber. Milena não podia negar, tinha algo que a atraía no meu pai.

A gente estava prestes a casar e feliz. Milena pensou em tudo que ela poderia fazer, e decidiu que não valia a pena manchar nossa felicidade e a perfeição do nosso casamento. Ela só precisava ficar perto de mim pelo resto do final de semana e, depois, me convencer a nunca mais ver meu pai. Assim, ela estaria protegida, esse segredo morreria com ela. Mas, meu pai tinha outros planos para o final de semana.

E, sua estratégia funcionou enquanto estávamos na piscina. Minha noiva saiu da jacuzzi e ficou conversando com Kátia, sempre atenta onde eu e meu pai íamos para garantir que ela estava segura. 

Porém, chegava perto da hora do almoço, Milena foi tomar uma ducha para tirar o cloro da piscina. Enquanto a água quente escorria pelo seu corpo, Milena relaxava um pouco, sentindo-se segura no banheiro. Até que de repente, um barulho suave chamou sua atenção. Seu coração disparou. Com a mão trêmula, ela afastou um pouco a cortina do box para espiar.

Parado na porta do banheiro, meu pai se masturbava, observando-a com um olhar faminto. Milena sufocou um grito, sentindo o pânico tomar conta de seu corpo.

"Seu Pedro, por favor, pare com isso. Eu vou me casar com seu filho," ela disse, tentando manter a voz firme enquanto puxava a cortina para se cobrir melhor.

Ele sorriu, dando um passo mais perto. "Ah, Milena, não é justo. Eu te ajudei na piscina e você não retribuiu o favor. Que tal só um pouquinho de ajuda, e eu paro de incomodar você?"

"Isso é errado! Você não pode fazer isso", ela implorou, tentando encontrar uma saída da situação. "Pense no seu filho, ele não merece isso."

Meu pai suspirou, aproximando-se ainda mais. "Milena, não vamos fazer disso um grande problema. Não tem nada de mais no que estamos fazendo aqui. Só uma punhetinha e eu paro de te incomodar pelo resto do final de semana. Ninguém precisa saber do que rolou na piscina, o que você acha, hein?"

Embora seu tom fosse amigável, a chantagem que ele fazia era clara. Minha noiva sabia que estava encurralada. “Tudo bem, mas só desta vez. E você promete que nunca mais vai fazer isso?"

"Prometo, querida. Só desta vez, e eu não vou mais te incomodar." Um sorriso vitorioso se formou no rosto do meu pai. 

Milena fechou os olhos, tentando bloquear a realidade do que estava prestes a fazer, desejando com todas as suas forças que o pesadelo acabasse. Mas, no fundo, ela sabia que uma promessa feita por um homem como Pedro não nenhum valor.

"Por favor, seu Pedro, vamos acabar rápido com isso", sussurrou, com a voz quase inaudível. 

Ela se sentou no vaso, e deixou que meu pai se aproximasse, e em nenhum momento ele parou de se acariciar. Minha noiva estendeu sua mão trêmula até ela tocar finalmente o sexo dele. Era só uma punheta, era isso que ela queria acreditar. A coisa mais importante, sua virgindade, ainda seria minha, e aquele momento com o meu pai não significaria nada em nossas vidas. 

Devagar, a mão dela subia e descia no pênis dele. Ela era muito inexperiente, não tinha ideia de qual era forma correta de fazer aquilo. “Nessa velocidade, você vai passar o resto do final de semana aqui, norinha”, meu pai zombou, antes de pegar na mão dela e mostrar como se batia uma punheta de verdade.

Milena ficou surpresa com a velocidade em que Pedro a fazia bater a punheta. Ela não conseguiria sustentar aquilo por muito tempo, seu braço já estava até cansando e se perguntava como aquilo não estava machucando meu pai. Aquele velho miserável gemia com o toque da mão da minha noiva, mas com certeza não era de dor.

Hipnotizada, pele movimento e com o braço já cansando, ela decidiu usar a outra mão para ajudar. Agora com ela masturbando-o com as duas mãos, a respiração do meu pai ficava cada vez mais ofegante, e Milena se sentia cada vez mais confusa. A culpa que ela sentia por estar me traindo sumia. Era muito divertido fazer aquilo com um homem, e ela se sentia orgulhosa por estar dando tanto prazer para o meu pai.

“Beija minha rola”, foi o que meu pai conseguiu pedir entre os gemidos e arfadas que dava. Aquilo já passava em muito dos termos do acordo inicial que os dois haviam feito. O coração de Milena não queria aquilo, achando que pioraria ainda mais a traição que estava cometendo, porém, foi o corpo dela que tomou a decisão.

Inclinando-se para frente, os lábios da minha noiva deram apenas um selinho na cabeça do pênis do meu pai. Aquilo causou um efeito em cadeia, e graças a sua proximidade da erupção, Milena não teve nenhum tempo para reagir. O sêmen do meu pai voava pelo banheiro, e embora o susto tenha feito minha noiva ir para trás, ela estava muito próxima da explosão para desviar. O gozo do meu pai entrava em sua boca, narina e pintava sua cara de branco. 

Ouvindo passos na escada, meu pai foi rápido para fugir da cena do crime, deixando Milena sozinha para tomar outro banho. Minha noiva não queria admitir, mas aquilo não parecia de forma alguma um ponto final na relação dos dois, só havia deixado na boca dela um gosto de quero mais. 

 

A história continua.

Se esse capítulo te prendeu, o resto vai mais longe.

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